Quem nunca passou por uma situação de biorremediação in situ de solventes clorados que estagnou na etapa do 1,2-DCE e não obteve decloração a etenos não tóxicos, atire a primeira pedra…
Esse fenômeno, conhecido como “stall”, ocorre, na maioria das vezes, pela ausência de bactérias específicas no aquífero, como a Dehalococcoides mccartyi, essenciais para completar o processo até o eteno não tóxico.
Mas calma… tem solução! Quer entender como evitar o stall e otimizar seus projetos de biorremediação? Entre em contato com nossa equipe e solicite sua proposta personalizada!
