out 21, 2026

Apresentação

Em uma instalação industrial localizada no Rio de Janeiro/RJ, vazamentos históricos de solventes clorados tetracloroeteno (PCE) resultaram na contaminação das águas subterrâneas, atingindo concentrações de até 20.936 µg/L. A degradação do PCE também resultou na acumulação de concentrações dissolvidas de tricloroeteno (TCE), chegando a 2.200 µg/L. A ASR atuou em parceria com a GeoBrasil e seu cliente para desenvolver um plano de remediação, incluindo a revisão de opções que considerou critérios de viabilidade econômica, eficácia, longevidade do tratamento e o cumprimento das metas dentro do prazo estipulado.

Abordagem

O objetivo da barreira reativa permeável (BRP) era conter a migração de PCE e TCE para áreas fora dos limites da propriedade (off-site). A BRP foi implantada via Direct Push Technology (DPT), pela injeção uma solução remediadora composta por carvão ativado coloidal – CAC (PlumeStop®) e ferro zero valente sulfetado coloidal (S-MicroZVI®). O CAC atua na sorção dos contaminantes orgânicos, enquanto o S-MicroZVI promove a decloração biótica e abiótica de PCE e TCE.

Resultados

Redução de 99,96% das concentrações de PCE na água subterrânea em 1 ano de tratamento;

Redução em mais de 99,80% das concentrações de TCE na água subterrânea em 1 ano de tratamento;

Plano de remediação realizado conforme orçamento e prazo estimados.

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